terça-feira, 4 de dezembro de 2012
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Frankenstein da Sul-americana, com 18 clubes para 8 vagas
Remodelada no formato brasileiro, a Copa Sul-americana de 2013 terá oito times do país, mas com um critério pouco ortodoxo, que mistura o desempenho em três competições.
É preciso ler e reler para entender de forma segura a fórmula que praticamente garante o Náutico e que dá esperança, acredite, ao Sport.
Com o fim das edições desta temporada das Séries A e B, já é possível configurar os caminhos para a confirmação das vagas destinadas à CBF para o torneio internacional, agendado para começar somente em 14 de agosto do ano que vem.
Abaixo, a fila para a classificação ao torneio organizado pela Conmebol.
1) Vasco, 2) Botafogo, 3) Santos, 4) Cruzeiro, 5) Internacional, 6) Flamengo, 7) Náutico, 8) Coritiba, 9) Ponte Preta, 10) Bahia, 11) Portuguesa, 12) Goiás, 13) Criciúma, 14) Atlético-PR, 15) Vitória, 16) Sport, 17) Atlético-GO e 18) Figueirense
Os oito primeiros têm vaga pré-assegurada. Para confirmar, esses times não podem chegar, necessariamente, às oitavas de final da Copa do Brasil de 2013, a quarta fase do mata-mata. A competição nacional começará em 3 de abril. A definição da terceira fase deverá ocorrer após a Copa das Confederações, em junho.
Somente a presença de um desses times nas oitavas da Copa do Brasil abre a chance para os demais da fila, e assim sucessivamente. Tudo por causa do apertado calendário do futebol nacional e o choque de datas. A 4ª fase do mata-mata da CBF tem dez vagas abertas, pois seis pertencem aos times que virão após a Taça Libertadores.
Como curiosidade, a ordem dos postulantes à Sul-americana, que coloca os quatro clubes que conquistaram o acesso à elite na frente dos quatro rebaixados neste ano.
CENÁRIO – A
São Paulo vice-campeão da Sul-americana 2012, confirmado na Copa do Brasil 2013.
Náutico
O Alvirrubro ficou com a 7ª vaga na Copa Sul-americana. No caso, depende apenas do clube, que já adotou o discurso de participar do torneio. Ou seja, deve escalar um time misto na Copa do Brasil. Resta saber em qual fase, pois o Timbu precisa ser eliminado no máximo na terceira etapa. Abrir mão da vaga na Copa do Brasil, uma vez que não há a real intenção de disputá-la, não é possível.
Sport
Ao invés de “secar”, o Rubro-negro irá “torcer” por outras equipes. A chance é remota, mas existe. Dos quinze times na sua frente, pelo menos oito, independentemente da divisão, precisam se classificar às oitavas de final da Copa do Brasil.
CENÁRIO – B
São Paulo campeão da Copa Sul-americana. Assim, o Tricolor sairia da Copa do Brasil 2013, pois teria que disputar a Libertadores e a Sul-americana no mesmo ano. Neste caso, o Vasco, melhor colocado no Brasileirão entre os não classificados à Libertadores, irá automaticamente às oitavas da Copa do Brasil. Logo, está fora da Sul-americana.
Náutico
Mesmo contexto do cenário A.
Sport
A possibilidade melhoraria um pouquinho. Em vez de 15 times na sua frente, seriam 14. Isso diminuiria também o número de equipes classificadas à quarta fase da copa nacional, agora com sete.
Fonte: Blog do Cassio Zirpoli
Kieza comemora rebaixamento do rival e declara amor ao Náutico
Fonte; Terra Esportes
Sérgio Guedes se emociona e chora ao falar do rebaixamento do Sport
| Na coletiva pós-clássico, treinador rubro-negro chorou ao elogiar os atletas. |
As entrevistas costumavam ser longas, mas na noite deste domingo não havia muito o que falar. Emocionado com a derrota e o rebaixamento do Sport, o técnico Sérgio Guedes concedeu entrevista coletiva lamentando o final nem um pouco feliz da temporada rubro-negra.
"Eu não me preparei para falar isso. Existem limites nessas ocasiões e você precisa interpretar. É um fato consumado, um fato que a gente precisa interpretar bem. Trabalhar para ser melhor assimilar. É um golpe duro, mas que está na regra da competição", declarou o treinador, tentando ser o mais objetivo e frio possível.
A emoção, contudo, não demorou a aparecer. "O que eu preciso dizer neste momento é que é um clube que tem uma torcida fantástica", disse Guedes, que não coseguiu evitar o choro. "(Tenho que) Agradecer aos atletas, que desconhecem o limite que eles possuem. Eles podem muito mais do que eles mostraram nesse final
Na análise da partida, o treinador destacou o nervosismo e lamentou que o Leão não tenha consegui abrir o placar. "O jogo foi se desenvolvendo de maneira que quem saísse na frente teria a ocasião que o adversário teve, de contra-ataque, de espaços. Se fosse o sport a sair na frente as coisas seriam o contrário. O adversário aproveitou a oportunidade", afirmou.
Sérgio Guedes falou também em um "recomeço profissional". Porém não se sabe ainda se o treinador, que teve uma aproveitamento positivo no Sport, permanecerá na Ilha do Retiro. Isso por que ele havia conversado com o XV de Piracicaba, onde estava antes de aceitar o convite rubro-negro, sobre a possibilidade de voltar a treinar a equipe paulista. Não há contrato com nenhuma equipe, deixou claro o treinador na entrevista pós-clássico.
O que se sabe é que a chapa da situação, encabeçada por Luciano Bivar e com Gustavo Dubeux como presidente do Conselho, manifestou interesse de renovar contrato com guedes. A idea, inclusive, foi reiterada por Dubeux após a partida de hoje.
Já a oposição, que tem Homero Lacerda como candidato à presidência executiva, foimais reticente com relação ao nome do treinador contratado caso vença as eleições. No dia em que lançou sua chapa, Homero declarou que gostaria de ter uma conversa com Guedes antes de tomar qualquer decisão.
Com informações do Blog do Torcedor
domingo, 2 de dezembro de 2012
Náutico joga melhor, vence e rebaixa o Sport para a segunda divisão
| Araújo marcou e fez a festa da torcida do Náutico nos Aflitos (Foto: Aldo Carneiro / Pernambuco Press) |
Jason? Não desta vez. Numa rodada em que não dependia apenas de si mesmo, o Sport sequer conseguiu fazer a sua parte. Deu Náutico no Clássico dos Clássicos. Os alvirrubros, que haviam garantido a permanência na Série A na rodada anterior, mostraram o motivo de seu sucesso neste Brasileiro. Dos 49 pontos alvirrubros na competição, 42 foram conquistados nos Aflitos. Melhor em campo, o Timbu bateu o Leão por 1 a 0, rebaixando o rival para a Segundona.
As disposições ofensivas de Guedes e Gallo prometia uma partida franca, com boas chances para os dois lados. Mas, visivelmente nervosos, os rubro-negros cometiam erros bobos, cedendo brechas para o rival. Mordido, o Náutico aproveitava para agredir o oponente e antes dos dez minutos, já assustara em duas boas oportunidades. Na primeira, numa bola mal recuada por Cicinho para Saulo, que errou o domínio e precisou esticar-se para dividir com Rhayner. Em seguida, num bate-rebate dentro da área leonina, Alemão isolou a bola que quicou sem sua frente próximo à pequena área.
Embalado pelo bom momento, o Náutico seguiu pressionando o Leão e aos 20, Rhayner teve mais uma chance de deixar sua equipe em vantagem. Com um belo lançamento, Souza deixou o companheiro em vantagem na briga com o zagueiro, obrigando Saulo a sair da barra. Mais veloz, Rhayner tocou por cima do goleiro, mas a bola se perdeu pela linha de fundo. Até aqui, as chances rubro-negras limitavam-se a investidas pontuais pelos lados do campo. Mas foi numa cobrança de falta ensaiada que o Leão assustou pela primeira vez. Da intermediária, Cicinho rolou para Reinaldo, que soltou uma bomba, raspando o travessão de Felipe, que já estava vencido no lance.
Porém, as emoções mais fortes ainda estavam por vir. Aos 44, Felipe Azevedo tabelou com Reinaldo, invadiu a árera e tocou na saída do goleiro alvirrubro. A bola só não entrou porque Douglas Santos salvou com um carrinho em cima da linha. Na sequência do lance, Rogério ganhou de Diego Ivo na velocidade e foi calçado pelo defensor rubro-negro dentro da área. Pênalti. Pivô de uma polêmica que incendiou as torcidas antes da hora, Kieza cobrou no canto, mas viu Saulo se esticar e mandar a bola para o escanteio.
O segundo tempo começou da mesma forma que o primeiro acabou: com Saulo salvando o Sport. Numa bobeira de Diego Ivo, Rhayner cabeceou cara a cara com o goleiro do Leão, que espalmou. Em seguida, numa tabela entre Araújo e Patric, o atacante alvirrubro finalizou da meia lua, buscando o ângulo direito. O goleiro esticou-se e deu um tapa na bola, que ainda bateu na trave antes de sair. Foi a última defesa dele no Brasileiro. Logo depois, o camisa 87 sentiu dores na panturrilha e foi substituído por Matheus.
Fazendo sua estreia com a camisa do Leão, Matheus encarou uma verdadeira fogueira logo no primeiro lance. Depois de falta cobrada na intermediária, a zaga não conseguiu afastar e a bola sobrou nos pés de Araújo, que livre de marcação, bateu sem chance de defesa, abrindo o placar aos 19 minutos. Guedes viu-se obrigado a promover mudanças ousadas. Entraram Willians na vaga de Cicinho e Henrique no lugar de Gilsinho. Mas o Náutico seguiu senhor do jogo. Com um sistema defensivo bem postado, o Timbu segurou as investidas rubro-negras e ainda teve as melhores chances para ampliar.
Náutico
Felipe; Patric, Alemão, Alison e Douglas Santos; Elicarlos (Ronaldo Alves), Souza e Araújo; Rogério, Rhayner (Dadá) e Kieza. Técnico: Alexandre Gallo.
Sport
Saulo (Matheus); Cicinho (Willians), Diego Ivo, Aílson e Reinaldo; Tobi, Moacir e Hugo; Felipe Azevedo, Gilsinho (Henrique) e Gilberto. Técnico: Sérgio Guedes.
Estádio: Aflitos.
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (Fifa-RJ).
Assistentes: Dibert Pedrosa Moisés (Fifa-RJ) e Rodrigo Henrique Correa (Asp Fifa-RJ).
Gols: Araújo (N)
Cartões amarelos: Alemão (N), Aílson e Hugo (S)
Fonte: SuperEsportes
Santos faz 3 na Vila e enterra rebaixado Palmeiras
sábado, 1 de dezembro de 2012
Clássico dos Clássicos de parar o Recife!!!
Com direito a gafe, Brasil e Itália são sorteados em 'Grupo da Morte'
Por mais irônico que possa parecer, as mãos de um renomado chef de cozinha contribuíram para que o sorteio da Copa das Confederações de 2013 neste sábado, no Centro de Exposições do Anhembi, em São Paulo, ficasse marcado por um pequeno embaraço. Alex Atala, um dos convidados pela organização, confundiu-se ao pegar logo a primeira bola que determinaria a posição do Uruguai no Grupo B, deixando o secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, visivelmente constrangido e enrolado. O erro só foi corrigido no final pela Fifa. No outro lado do palco, a bela modelo Adriana Lima era a responsável por sortear em qual chave os países cairiam: pior para o Brasil, que terá Itália, Japão e México pela frente na primeira fase. A estreia do time de Luiz Felipe Scolari no Grupo A será diante dos japoneses, no dia 15 de junho, às 16h (de Brasília), no Estádio Nacional de Brasília. A Espanha, protagonista do B, enfrentará a Celeste, Taiti e o representante da África, que será conhecido apenas em fevereiro.
Durante a semana, Valcke brincou e disse que estava aprendendo a virar com o "jeitinho brasileiro" por causa da organização da Copa das Confederações e da Copa do Mundo de 2014. Logo na primeira parte do sorteio, coube ao francês ter que improvisar para não estragar o evento. Cabeças de chave, Brasil e Espanha já estavam alocados como A1 e B1, respectivamente. Primeiro, bolas amarelas confirmaram a Seleção como A1. Depois, bolas vermelhas determinaram a Fúria como B1.
No pote 1, sobraram Uruguai e Itália (a Celeste não poderia pegar o Brasil, por serem sul-americanos, assim como Azzurra e Fúria não seriam rivais, por serem da Europa), ambas com bolas brancas. O regulamento do sorteio, disponibilizado pela Fifa, era claro: o sorteio de Uruguai e Itália seria aleatório; quando saísse a Azzurra, uma bola do pote A deveria ser retirada; quando fosse a Celeste, uma do pote B.
Adriana Lima pegou uma das bolinhas brancas e entregou a Valcke, que a abriu e tinha o nome do Uruguai. Durante o ensaio, porém, a ordem apontava a Itália como a terceira - detalhe que acabou ignorado por Valcke. Neste caso, Alex teria que pegar obrigatoriamente uma bolinha do Grupo B para os uruguaios, para determinar em qual posição a Celeste ficaria na tabela (B2, B3 ou B4). Mas o chef escolheu uma do Grupo A, conforme havia ensaiado horas antes. Sem perceber a mudança, o secretário-geral exibiu o papel A3 e o evento prosseguiu. Na transmissão, a Fifa alocou inicialmente a equipe de Óscar Tábarez como B3, "corrigindo" o erro do palco.
| Alex e Valcke não conseguiram entrosamento no sorteio de 2013 (Foto: Nilton Fukuda / Agência Estado) |
Na sequência, a bolinha branca da Itália, única que havia sobrado no pote 1, foi entregue por Adriana a Valcke. Alex acabou pegando duas bolinhas, uma de cada grupo (do A e do B). Irritado, o secretário-geral pediu a bola do Grupo A, que estava na mão direita do chef. Ela era a A4, que colocou a Azzurra como rival do Brasil apenas na última rodada. Ou seja, naquele momento, a Itália não poderia ser A3, já que esta bolinha não estava mais no pote (o que mudaria completamente a tabela de jogos do Grupo A).
- Isso é ruim - disse Valcke, ao perceber, enfim, o erro cometido desde a primeira etapa do sorteio.
Então, o francês tentou corrigir. O regulamento da Fifa explicava que a primeira bolinha do pote 2 (com Japão, México, Taiti e a seleção africana) seria destinada obrigatoriamente ao Grupo A, do Brasil. Adriana Lima tirou o México, que foi entregue a Valcke. Aí aconteceu mais uma polêmica: Valcke pegou diretamente o papel A3, que já estava em sua mão, e o exibiu como posição dos mexicanos, sem pedir para o chef tirar alguma bolinha do pote do Grupo A (assim, o papel A3 foi exibido duas vezes para a câmera durante a transmissão).
Depois, Adriana Lima tirou o Taiti como próxima seleção do Grupo B. Alex, então, entregou uma bolinha do pote do Grupo B a Valcke. E ela era a B3, que estava alocada anteriormente como Uruguai pela Fifa (no lugar do erro da A3). Valcke, mais uma vez, percebeu o erro. Constrangido, pediu desculpas ao presidente da Fifa, em francês, e disse que o Taiti seria o B3. Mas, na tabela exibida no telão, a Celeste continuava nesta posição (e o Taiti aparecia sem posição, como se não tivesse sido sorteado ainda).
A última seleção no grupo do Brasil foi o Japão, sorteado como A2, rival do time de Felipão na estreia. Por fim, o representante africano recebeu a bolinha B4, fechando a tabela. Mas ainda havia uma bola no pote do Grupo B: o B2, ainda por conta do chef no início do evento. A pedido de Valcke, Alex entregou o objeto e o francês explicou que esta seria a posição do Uruguai, confirmando assim o Taiti como B3.
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